Por Arthur Saul
Quando todos estavam duvidando do time até mesmo os
torcedores o Grêmio foi lá e buscou o espírito imortal e ganhou o jogo, o
Olímpico estava precisando de uma virada heróica como está para ficar marcada em
sua história, e principalmente para marcar seu último ano.
Ontem não teve Fábio, não teve tempo ruim, e muito menos a perda de Elano e a saída de Zé Roberto que fizesse o Grêmio deixar de ganhar.
Primeiro tempo
Perdemos no primeiro tempo isso é verdade, mas poderíamos ter
ganho, Marcelo Grohe disse na saída que o gol que tomou era defensável, o
tricolor criou várias chances de gol de empate na primeira etapa, mas todas as
oportunidades pararam nas mãos do goleiro Fábio, que por sinal é um baita
goleiro.
Sofremos com a perda de Elano que saiu aos 11 minutos, com
dores no músculo adutor da coxa direita, em seu lugar entrou o criticado
Marquinhos que viria a ser peça fundamental no
segundo tempo.
Segundo tempo
Tudo parecia perdido, tudo estava completamente desfavorável,
André Lima estava no ataque, e não o matador Marcelo Moreno, na zaga estava
Naldo, isso mesmo Naldo, logo ele? Você se pergunta, logo ele sim, no lugar de
Fernando estava Marco Antonio, o esquema tático não era o mesmo, tudo
diferente.
E logo aos 7 minutos o time quase chegou ao gol de empate,
em cobrança de falta de Marco Antonio que parou na trave, o tricolor tentou
muito até que aos 21 Marcelo Moreno que avia saído do banco minutos antes fez
um golaço, Marco Antonio fez passe por cima que deixou Moreno cara a cara com
Fábio, e Moreno não perdoou e fez golaço por cobertura, para o delirio da
torcida.
Aos 33 o gol da vitória veio com o contestado Marquinhos, Leandro
arrancou pela esquerda e finalizou no chão. Fábio soltou e Marquinhos decretou
a virada. Uma conquista dos 'reservas' de luxo, de Luxa, da torcida. E que
deixa a vaga à Libertadores cada vez mais sólida. Tanto que nem um temporal
fora capaz de impedir isso.


Nenhum comentário:
Postar um comentário
Faça seu comentario